Chegando a Black Friday, dicas para não ter o celular hackeado

Segundo dados do IBGE, o Brasil já conta com 138 milhões de habitantes com smartphones nas mãos. A Black Friday, que é um dos maiores eventos do e-commerce no mundo e acontece em novembro, é um verdadeiro oásis para cibercriminosos. Por isso, pegando as informações da fonte no site: TecMundo, baseado em indicações feitas pelo pessoal do dfndr lab (laboratório de segurança digital da PSafe), para você não ter o celular hackeado durante a Black Friday — e nunca mais.

Dicas

Primeira:

Essa é a mais importante de todas, sendo que manter sempre o sistema operacional do seu celular atualizado com a última versão disponível. Vale notar: a dica também envolve o sistema do seu computador, independentemente de marca.

Os hackers se aproveitam das deficiências das versões antigas dos sistemas operacionais para atacar os celulares. Por isso, manter o Android atualizado é tão importante para garantir as correções de falhas de segurança e deixar o celular mais seguro”, diz o dfndr lab.

Segunda:

A segunda dica, muito interessante para este momento de comprar, é instalar um antivírus no celular. Você pode encontrar vários interessantes no mercado, como o aplicativo dfndr security, o Kaspersky Mobile ou o McAfee Mobile. Se você é avesso aos antivírus, infelizmente, instalar o aplicativo durante a época de compras já pode ser um adianto para a sua cibersegurança.

Black Friday 2018 movimentará cerca de R$ 2,87 bilhões no comércio online brasileiro.

Faça o download de aplicativos somente de sites e fontes confiáveis, como a loja oficial do Android, a Play Store. Como o sistema do Google é menos rígido em relação à segurança, é recomendado sempre ler os comentários dos usuários na página e usar o antivírus do seu celular para conferir a legitimidade do app”, relembra o dfndr.

Uma dica mais robusta: utilize VPN. Uma rede privada virtual vai permitir que você navegue com dados criptografados. Dessa maneira, quando usa VPN no celular, todas suas informações pessoais ficam escondidas de um possível atacante. Mas vale notar o seguinte também: uma VPN grátis, normalmente, utiliza seus dados de navegação como moeda de troca.

Terceira:

A dica, com toda certeza, mais importante.

Muito cuidado com os links que você recebe e até com os links que você encontra na Google. Nessa época, o phishing é distribuído como água durante uma maratona.

Caso você não saiba, phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que “metade do trabalho” é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma “pescaria”, o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/e-commerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

Normalmente, os textos falsos de phishing são enviados via WhatsApp, Facebook e e-mail. Então, muito cuidado com qualquer promoção milagrosa recebida: o preço varia durante a Black Friday, mas dificilmente você vai encontrar um desconto brutal em qualquer produto.

Além disso, já aconteceram diversas vezes de links falsos entrarem na página de buscas da Google. Por isso, se você for buscar algum produto em específico, parta para ferramentas mais tradicionais como o Zoom ou o Buscapé, que fazem uma comparação de preços.

Qualquer pessoa pode cair neste tipo de golpe, já que, na maioria das vezes, os links são compartilhados por amigos e familiares. E muitos deles não fazem ideia de que estão ajudando a espalhar um golpe”, adiciona o dfndr.

Fonte: Tecmundo

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