Cargos na área da tecnologia que vão bombar em 2019

Gerente de TI

O que faz: gerencia toda a área TI da empresa, que geralmente é subdividida em três partes: sistemas; infraestrutura e segurança.

Perfil: visão estratégica, boa comunicação e conhecimento em idiomas.

Salário: entre R$ 14 mil e R$ 25 mil.

Por que está em alta: para posições gerenciais, as empresas buscam profissionais com perfil de liderança, mas que apresentem o conhecimento técnico necessário para atuar mais próximo da operação. Os times têm se tornado muito ágeis, o que exige um líder que trabalhe junto de sua equipe para direcioná-la. Neste novo cenário, os gestores que apenas delegam perdem a vez para aqueles com um perfil mão na massa.

Gerente de projetos

O que faz: planeja e controla a execução de projetos em desenvolvimento de software.

Perfil: profissionais generalistas e analíticos, sempre abertos a mudanças e com forte contato com diversas áreas de negócios dentro da empresa. Normalmente têm certificações e se especializam em uma metodologia específica de gestão de projetos. Podem seguir para área de projetos ágeis ou projetos tradicionais (cascata).

Salário: entre R$ 2,5 mil a R$ 20 mil.

Por que está em alta: crescente expansão de diversos projetos simultâneos na área de TI, por isso a necessidade de profissionais especializados em gestão de projetos.

“É uma mudança forte, pois as empresas estavam terceirizando essa parte para consultorias, alocando alguns profissionais por um determinado tempo. Após o final do projeto, eles iam embora. Agora, vão internalizar esse profissional, que precisa entender a cultura e funcionamento da empresa”, explica o gerente da Page Personnel.

Profissional da área de suporte

O que faz: presta suporte/assistência a clientes internos ou externos com objetivo de solucionar problemas técnicos.

Perfil: profissional que terá muito contato com clientes internos e externos para atender a chamados e demandas de suporte à tecnologia. É extremamente comum que seja exigido fluência em outros idiomas para essa posição.

Salário: entre R$ 1,5 mil a R$ 5,5 mil.

Por que está em alta: há a necessidade de auxiliar as operações de grandes empresas para suporte a suas tecnologias.

Especialista de Business Intelligence (BI)

O que faz: organiza a coleta de dados e extrair informações que ofereçam suporte para a gestão de negócios, podendo, inclusive, atuar no monitoramento das informações coletadas.

Perfil: excelente background profissional no setor de BI, conhecimento em modelagem de dados e foco na interpretação das análises.

Salário: entre R$ 10 mil e R$ 16,5 mil.

Por que está em alta: em decorrência da alta competitividade entre empresas do mesmo segmento, é necessário traçar estratégias cada vez mais assertivas. Para atingir esse objetivo, o profissional de BI é uma peça essencial no processo de analisar dados que poderão auxiliar em importantes tomadas de decisão.

Analista de BI com foco em análise de mercado e ETL

O que faz: extrai, trata e consolida (ETL, do inglês, Extract, Transform and Load) grande quantidade de dados transformando-os em informações relevantes para a empresa.

Perfil: é preciso ter compreensão do negócio de maneira holística, para gerar insights e senso de priorização.

Salário: entre R$ 5 mil e R$ 11,5 mil.

Por que está em alta: concorrência cada vez mais acirrada entre empresas que demandam profissionais com alta capacidade de análise de dados de mercado para apoiar no desenvolvimento da melhor estratégia de negócio.

Programador Front-end

O que faz: pensa em como será a experiência de visualização web para o usuário de um determinado site. Profissionais dessa área devem estar alinhados com as novas tendências do segmento, como bibliotecas e frameworks, uma vez que são responsáveis pelo design, conteúdo e funcionalidade da camada frontal de um site.

Perfil: normalmente, os programadores front-end não encontram uma formação acadêmica específica, e acabam se tornando verdadeiros autodidatas que migram de diversas áreas de conhecimento.

Salário: entre R$ 2 mil e R$ 5 mil

Por que está em alta: com um número cada vez maior de sites espalhados pela internet, a necessidade por um desenvolvedor front-end são ilimitadas. O que também significa que esse profissional é desejado para as mais diversas áreas, dentre elas agências de marketing, estúdios de design gráfico, empresas de software e engenharia, dentre outras. Além disso, muitos acabam optando por ser tornarem autônomos, o que dá mais flexibilidade para área.

UX/UI – Usabilidade, interface e interação

O que faz: decide como vai ser a experiência de uso de uma interface — a forma como ela guia o usuário, como ele se sente utilizando aquele sistema e qual é a forma como a interface é apresentada.

Perfil: elabora mapas de navegação do usuário, testes de usabilidade, criação, desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e atraentes, desenvolve protótipos, monitora fluxo do usuário e de processos, ligando a interação comunicativa às ideias de Design.

Salário: entre R$ 4 mil a R$ 15 mil

Por que está em alta: necessidade das empresas em cuidar da experiência que seus usuários têm com seus produtos e serviços.

Desenvolvedor Full-Stack

O que faz: desenvolve softwares para gestão e alteração da base de dados, além de softwares para interface com o usuário final.

Perfil da vaga: comprometimento com resultados e prazos, além da capacidade de trabalhar em equipe.

Salário: entre R$ 5 mil e R$ 14 mil.

Por que está em alta: a visão mais completa do sistema e a flexibilidade de trabalhar com diferentes etapas de desenvolvimento – desde o sistema do servidor até o software da interface final com o usuário – fazem com que este profissional seja altamente disputado pelas empresas, elevando assim, os salários ofertados.

Deixe uma resposta